A cada dia, eu percebo que o autor (que desconheço) da frase “pensar enlouquece” tem razão. Queremos tanto saber os porquês de certas coisas que os neurônios “entram em curto circuito”. Quão feliz e tranquilo é quem apenas vive livre de dúvidas e incertezas. Este aproveita o momento! É o segredo da felicidade. Contentar-se, sem necessidade de explicações. Apenas viver, sem analisar as consequências. Não deixa de ser uma acomodação.
Por pensar demais, muitas vezes se deixa de viver bons momentos. Costuma-se encarar o presente já pensando em como será o futuro. “Prevenido não morreu vencido” é a frase do divagante. Quando este não deixa de viver, devido ao que pensou e não gostou, encarando a situação como um “quebra-galho” momentâneo, a insatisfação permanece. A frustração estará lá, para lembrar que o melhor é possível, então por que se contentar com o pouco?
Se formos analisar a personalidade de grandes pensadores e filósofos, a maioria é depressiva e solitária. A forma de superar a solidão é criando. Felicidade não produz, pois não temos tempo para tanto, estamos vivendo! E “viver ultrapassa o entendimento”, já dizia a sábia Clarice Lispector.
A busca pelo autoconhecimento não é fácil, tanto que muitos preferem ignorar, e se consideram autosuficientes para encarar seus problemas sozinhos, ou seja, não encaram. Tem coisas que só fazemos pagando, e o enfrentar-se é uma delas. Quando ficamos cara a cara com os nossos demônios, a doçura desaparece. Ignorar o que nos incomoda, esconder a sujeira debaixo do tapete é mais cômodo. Falo do que interfere o nosso comportamento e forma de encarar as intempéries. Somos o que pensamos, e se não temos uma boa ideia da nossa vida, estamos “fritos”! Infelizmente, muita gente que precisa de terapia ainda pensa assim, e talvez nunca se livre do que incomoda. Preferem viver na Ilha da Fantasia, à espera do Sr, Roarke e do Tattoo para o tirarem da rotina entediante que a vida se tornou. Um mundo perfeito, no problems.
Mas é doce não pensar? Alienar-se da própria vida? Autoproteger-se para não sofrer. Criar barreiras a si próprio, como se o mundo fosse perfeito, vale a pena? E quando o problema resolver mostrar a cara, obrigar o outro a reagir, estará ele preparado para enfrentá-lo?
“A gente não deve jamais poupar a si mesmo, a gente tem que ter a dureza entre seus hábitos a fim de poder permanecer alegre e contente no meio de tantas verdades duras.”
Friedrich Nietzsche
Por pensar demais, muitas vezes se deixa de viver bons momentos. Costuma-se encarar o presente já pensando em como será o futuro. “Prevenido não morreu vencido” é a frase do divagante. Quando este não deixa de viver, devido ao que pensou e não gostou, encarando a situação como um “quebra-galho” momentâneo, a insatisfação permanece. A frustração estará lá, para lembrar que o melhor é possível, então por que se contentar com o pouco?
Se formos analisar a personalidade de grandes pensadores e filósofos, a maioria é depressiva e solitária. A forma de superar a solidão é criando. Felicidade não produz, pois não temos tempo para tanto, estamos vivendo! E “viver ultrapassa o entendimento”, já dizia a sábia Clarice Lispector.
A busca pelo autoconhecimento não é fácil, tanto que muitos preferem ignorar, e se consideram autosuficientes para encarar seus problemas sozinhos, ou seja, não encaram. Tem coisas que só fazemos pagando, e o enfrentar-se é uma delas. Quando ficamos cara a cara com os nossos demônios, a doçura desaparece. Ignorar o que nos incomoda, esconder a sujeira debaixo do tapete é mais cômodo. Falo do que interfere o nosso comportamento e forma de encarar as intempéries. Somos o que pensamos, e se não temos uma boa ideia da nossa vida, estamos “fritos”! Infelizmente, muita gente que precisa de terapia ainda pensa assim, e talvez nunca se livre do que incomoda. Preferem viver na Ilha da Fantasia, à espera do Sr, Roarke e do Tattoo para o tirarem da rotina entediante que a vida se tornou. Um mundo perfeito, no problems.
Mas é doce não pensar? Alienar-se da própria vida? Autoproteger-se para não sofrer. Criar barreiras a si próprio, como se o mundo fosse perfeito, vale a pena? E quando o problema resolver mostrar a cara, obrigar o outro a reagir, estará ele preparado para enfrentá-lo?
“A gente não deve jamais poupar a si mesmo, a gente tem que ter a dureza entre seus hábitos a fim de poder permanecer alegre e contente no meio de tantas verdades duras.”
Friedrich Nietzsche


Esse é o mais verdadeiro texto que ja li.
ResponderExcluirTinha que vir de você...
Saudades... ainda e sempre!
T.A.
lindo nady! beijos e bom fds!
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